Guilherme Paulus compartilha sua experiência no Fórum sobre Negócios de Hub

O empreendedor brasileiro Guilherme Paulus foi um dos grandes nomes convidados a participar do Fórum Conectividade – Hub de Negócios que aconteceu no município de São Paulo, no fim do mês de novembro de 2018. Estima-se que o evento inédito, com inscrição gratuita e vagas limitadas tenha reunido mais de 300 pessoas no Teatro Renaissance, localizado na Rua Haddock Lobo, 746, esquina com a Rua Alameda Jaú, no bairro Jardim Paulista, na capital. Foi a parceria entre a Promo Marketing Inteligente (empresa especialista em eventos e na promoção de destinos e produtos turísticos) e o Mercado & Eventos (canal relacionado ao trade de turismo), juntamente com o investimento dos patrocinadores e apoiadores, que originou este encontro de profissionais interessados em assuntos relacionados à conectividade aérea.

O Fórum, que permitiu a Guilherme Paulus e os demais palestrantes compartilhar um pouco de conhecimento e experiência com dezenas de outros profissionais da área, teve como objetivo proporcionar à liderança atuante no setor uma base para discussões em busca do aprimoramento de ações voltadas para a evolução da indústria e para a contribuição do desenvolvimento da aviação comercial, não somente no país, mas também em toda a América Latina.

Diante do intuito de promover melhores práticas para os líderes da área, como apresentar informações estratégicas sobre oportunidades e políticas públicas, a grade do evento sobre Hub de Negócios foi elaborada para tratar de alguns dos tópicos mais importantes ligados à conectividade aérea e o atual cenário brasileiro. O evento estava previsto para durar cerca de quatro horas, iniciando no começo da tarde, às 13h30, da última segunda-feira de novembro, dia 26. Durante esse período, os seis assuntos seriam debatidos por diferentes profissionais experientes no segmento. Os temas confirmados para as palestras foram programados para seguir a seguinte sequência: (14h30) Companhias aéreas; (15h) Desenvolvimento de rotas; (15h30) Formação de Hub; (16h30) Aeroportos; (17h) Low-cost; e (17h30) Políticas Públicas.

Considerado um dos principais empresários atuantes no setor de Turismo no Brasil, o sócio-fundador da CVC (a maior operadora de turismo da América Latina) e fundador da GJP Hotéis & Resorts (empresa integrante do grupo GJP Participações e administradora de rede hoteleira), Guilherme Paulus, acompanhado do secretário de Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, finalizou a parte inicial do Fórum, onde participou abordando o tema Formação de Hub. Durante o quadro, iniciado às 15h30, Paulus entrevistou o secretário Pinho que discorreu sobre a rede de agentes que integram as etapas de desenvolvimento de um hub e as práticas mais acertadas de cooperação entre os aeroportos. Além disso, no decorrer do painel também foi mencionado o caso ocorrido em Fortaleza referente ao hub da Air France/KLM e Gol.

O Fórum Conectividade – Hub de Negócios, que contou com a presença do renomado empresário Guilherme Paulus entre outros nomes, teve em sua organização o apoio das entidades Localiza, Renaissance, Vinci Airports, Ministério do Turismo e Shift. A contribuição para a estruturação do evento em forma de patrocínio veio de Foz do Iguaçu, Ceará, Espírito Santo, FBHA, CVC, CNC e Inframerica.

 

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A diferença entre liderança e gestão

Há um debate em andamento sobre a correlação entre liderança e administração – um gerente precisa ser um grande líder e um líder precisa ter boas habilidades de gerenciamento? Qual é a diferença entre liderança e gestão?

Liderança significa “a capacidade de um indivíduo de influenciar, motivar e permitir que outros contribuam para a eficácia e o sucesso das organizações das quais são membros”.

São frequentemente chamados de notícias brilhantes e mercuriais, com grande carisma. No entanto, eles também são vistos como solitários e pessoas privadas. Eles se sentem à vontade assumindo riscos, às vezes riscos aparentemente selvagens e malucos. Quase todos os líderes têm altos níveis de imaginação

A administração compreende direcionar e controlar um grupo de uma ou mais pessoas ou entidades com a finalidade de coordenar e harmonizar esse grupo para atingir uma meta.

As pessoas acompanham os líderes de maneira natural e voluntária devido a seus traços de carisma e personalidade, enquanto um gerente é obedecido devido à autoridade formal que lhe é conferida. Como resultado, as pessoas tendem a ser mais leais aos líderes do que aos gerentes.

Gerenciar e liderar são duas maneiras diferentes de organizar as pessoas. A liderança está definindo uma nova direção ou visão para um grupo que eles seguem – isto é, um líder é a ponta de lança para essa nova direção. Por outro lado, a administração controla ou direciona pessoas / recursos em um grupo de acordo com princípios ou valores que já foram estabelecidos. O gerente usa um método formal e racional, enquanto o líder usa a paixão e desperta emoções.

Conflitos de papéis. A liderança é uma das várias facetas da administração. Frequentemente, as mesmas pessoas jogam com diferentes chapéus – líder e gerente – em diferentes momentos. Embora não seja essencial, certamente ajuda um gerente se ele também for um bom líder. Por outro lado, os líderes se saem bem se tiverem algum grau de habilidade gerencial, porque os ajuda a prever a implementação de sua visão estratégica.

Grupos auto motivados podem não precisar de um líder e podem encontrar líderes dominantes. Alternativamente, pequenas equipes podem encontrar um líder natural emergindo com base em suas habilidades especializadas. Mas esse líder pode estar subordinado ao gerente da equipe na hierarquia organizacional, o que pode levar a conflitos.

Dá para ganhar dinheiro com Home Office?

O empreendimento próprio é o sonho de muitos, porém, nem sempre é possível, não só por falta de dinheiro, mas também de tempo, flexibilidade e outros fatores. Porém com a crise que se alastrou por anos e por conta do desemprego, uma nova forma de trabalho esta surgindo: o home Office. Com custos menores, praticidade, liberdade e flexibilidade este modelo de trabalho tem começado a ganhar o coração dos trabalhadores, porém, muitas vezes estas pessoas não sabem o número gigantesco de áreas que se pode trabalhar neste modelo.

Dentre as opções, é possível trabalhar como artesã / artesão, que depende, invariavelmente, mais da confiança e de uma divulgação, do que de uma loja fixa. A maioria dos artesanatos podem ser vendidos pela internet, por redes sociais e em lojas virtuais.

Um outro ramo que cresce cada vez mais e vale a pena investir é o setor de beleza, que é um dos menos impactados pela crise. Cabelo, unhas e outros tratamentos podem ser ofertados a domicilio ou na sua própria casa, e para começar, é possível ofertar os serviços para a vizinhança.

A consultoria também pode ser uma boa opção para pessoas que possuem um grande conhecimento, teórico ou prático, e que saíram a pouco tempo dos negócios, e ainda possui uma flexibilidade para trabalhar como freelancer; um serviço fixo ou uma ideia de negócio, para quem deseja empreender.

Um ramo que sempre está em alta, é o alimentício, afinal, precisamos comer para sobreviver. Por isso, ele é ideal para quem deseja abrir uma filial, ou para quem cozinha e deseja vender para fora. A demanda deste meio é sempre grande, mas, para possuir um diferencial, pense em nichos de mercado, como, por exemplo, a alimentação saudável; produtos sem lactose; produtos veganos ou relacionados.

Uma outra opção lucrativa, é o e-commerce de nicho, que se referem tanto a lojas virtuais específicas; a franquias virtuais; a organização de eventos; o trabalho como influenciador digital e a prestação de serviços, opções estas, que são amplas e podem alcançar um público cada vez mais vasto.

Desta maneira, existe espaço para todos, basta ter empenho, dedicação, estudo e planejamento, para que o empreendimento dê certo e você prospere.

Redes sociais e perfis se barram em limites de privacidade

Qualquer pessoa que possui dados confidenciais deseja que eles sejam ocultos a pessoas que não estão relacionadas com suas informações. Ninguém quer ter o seu número de celular exposto para pessoas ou empresas ligarem e oferecem algum produto indesejado.

Nem mesmo o e-mail, que é uma maneira menos invasiva de entrar em contato não é informado sem algum motivo por alguém, afinal as mensagens spams não devem ficar ocupando a caixa de mensagens de quem precisa responder e-mails importantes.

Uma prática que está sendo comum no mundo das redes sociais é o pedido de informações pessoais como o número do telefone. Existem pessoas que simplesmente por gostar da rede social ou do aplicativo informa o dado pessoal, mas existem também usuários que não querem deixar o número de telefone ou qualquer outra informação que leve a um contato mais direto. No entanto parece que alguns serviços e redes sociais não entenderam isso, ainda que não precisem de uma informação como essa para prestarem o seu serviço.

O que as empresas dizem sobre obter os dados de seus usuários é que eles terão um serviço mais personalizado. Anúncios e propagandas serão mais direcionadas ao perfil do usuário. Quanto maior as informações a respeito de alguém melhor seriam as ofertas e as facilidades que estariam ligadas aos desejos e as necessidades de um perfil.

De acordo com a troca entre aplicativos e usuários tudo estaria harmoniosamente bem, mas não é bem isso o que as pesquisas revelam. O professor Joseph Turow, da Universidade da Pensilvânia, mostra com suas pesquisas e com outras, que muitas das informações passadas são cedidas de maneira resignada e não por conveniência.

Muitas pessoas simplesmente cedem suas informações porque possuem muitos amigos nas redes sociais e por isso desejam continuar com o acesso. Não existe uma sensação de conforto, mas também não se sabe qual a solução para essa situação.

A privacidade de informações é um tema que atualmente vem ganhando mais notoriedade, principalmente depois de notícias do vazamento de dados do Facebook e o compartilhamento de mensagens particulares com empresas como Netflix e o Spotify, gerando mais cautela e leis que defendem a privacidade.

O que são empresas unicórnio?

No Brasil e no mundo, com as inúmeras inovações tecnológicas e mudança na forma de consumir, alguns negócios, os chamados unicórnios, estão cada vez mais entre as mais poderosas e inovadoras empresas. Geralmente, empresas modelo startups, são empresas que valem muito e com crescimento em curto prazo. Atualmente, temos algumas empresas promissoras, como a Nubank, um banco digital, que já movimentou milhões, não é novidade que a internet é um excelente aliado para os negócios, são eles de todos os ramos e setores, um local democrático que possibilita o desenvolvimento e baixo investimento por parte dos empresários, tudo em um clique, inclusive no momento de pedir uma comida, existem aplicativos que facilitam o dia a dia das pessoas.

Ter uma boa ideia não é suficiente, é necessário ter em mente, que planejar é essencial para o negócio, mas nos casos dessas empresas, ter uma ideia inovadora e revolucionária é um diferencial. Além de ter o planejamento e uma boa ideia, outro ponto importante é estar sempre antenado com as tendências e possibilidades, ver na necessidade do outro uma oportunidade infinita, e não se prender na ilusão de que quem cresce conta apenas com a sorte, estudar e ter todos os passos definidos e bem calculados são essenciais.

O Brasil, é referência quando o assunto é criatividade, nunca em outros tempos, o jovem poderia sonhar em abrir um negócio, caso não tivesse um capital para início, hoje não é tão assim, se o jovem ou até pessoas com mais idade, possuírem interesse e uma ideia inovadora, fazer algo é mais palpável e possível, com o acesso à internet por um numero maior de pessoas, a informação chega mais rápido, aguçando ainda mais a cultura de fazer coisas criativas, as vezes até inusitadas, mas funcionais e transformadoras. Construir, criar, gerir e empreender são o sonho dourado dos jovens e com as mais possíveis rotas, isso é uma feliz realidade.

Caixa Econômica Federal anuncia que irá prezar por clientes de baixa renda

Com uma mudança de foco que vem ocorrendo de forma gradual ao longo de alguns anos, a Caixa Econômica Federal anuncia que irá deixar de lado grandes operações com empresas de porte elevado para enfatizar clientes de baixa renda. Uma das decisões anunciadas pelo banco que entra em vigor em 2019 é em relação ao crédito imobiliário, que será focado ainda mais pela Caixa. As notícias sobre essa decisão do banco em focar ainda mais em clientes de renda baixa foram divulgadas no dia 2 de janeiro deste ano.

Segundo o novo presidente do banco, Pedro Guimarães, a estatal não irá firmar parcerias com instituições de grande porte, sendo que elas podem conseguir recursos com o auxílio de outros meios. “Por que a Caixa Econômica deve se envolver em uma operação de crédito na casa dos R$ 100 bilhões com empresas de grande porte sendo que essas empresas podem recorrer ao mercado externo sem dificuldades?”, questiona Guimarães.

De acordo com o novo presidente da instituição, o foco deve se concentrar nos pequenos e médios comerciantes. “Por que fazer empréstimos bilionário para grandes empresas e instituições sendo que existem 93 milhões de clientes que não conseguem microcrédito e crédito consignado junto a estatal? Não existe sentido nisso”, disse Guimarães.

Em discurso, o presidente recém-eleito para assumir o comando da instituição financeira deixou claro que não está de acordo com a atuação da estatal ao longo dos últimos governos. Ele aponta grande operações de créditos para outras empresas estatais, como a Petrobras, criticando o foco da Caixa nestes empréstimos oferecidos. “Foram operações de quantias bilionárias envolvendo empresas de grande porte que poderiam ser destinadas aos micro e pequenos empresários de todo o país”, afirma Guimarães.

A indicação de Pedro Guimarães para assumir o cargo de presidente da Caixa Econômica Federal foi feita por Paulo Guedes. Especialista em privatizações e sócio importante do banco Brasil Plural, Guimarães tem bastante experiência no setor e acompanhou de perto a privatização do Banespa. Formado em economia pela Universidade de Rochester, localizada nos Estados Unidos, hoje já são 20 anos de experiência comprovada diante do mercado financeiro.

Pagar o IPVA 2019 à vista é uma ótima opção

O ano de 2019 mal começou e muitas contas de início de ano dão as caras. Dentre os tributos a exonerar o contribuinte, o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) merece destaque. Em relação ao ano de 2018, a alíquota vinculada não sofreu alteração e pode chegar até a 4% do valor venal do veículo. O contribuinte que se programou com antecedência e que pretende pagar o imposto à vista será beneficiado com um desconto de 3%.

O desconto, a princípio, pode parecer pequeno. No entanto, tendo em vista o volume de gastos costumeiros de início de ano, qualquer economia é de grande valia. Além do IPVA, o contribuinte irá se deparar com a taxa de IPTU, gastos com matrícula e material escolar e, ainda, deverá se preocupar com o Imposto de Renda (IR). O desconto de 3%, obtido no pagamento à vista do IPVA, também se demonstra vantajoso quando comparado ao rendimento das aplicações financeiras mais comuns no mercado. Tendo em vista que o IPVA pode ser parcelado em até 3 vezes, a vantagem do pagamento à vista é verificada no momento em que nenhuma aplicação financeira comum rende 3% em igual período.

Optar pelo não pagamento do IPVA parece não ser uma atitude sábia. O licenciamento do veículo só poderá se concretizar mediante a quitação prévia do tributo. O não licenciamento poderá ter como consequência, inclusive, a apreensão do veículo. Atrasar o pagamento do imposto também pode produzir dores de cabeça e sobrecarga ao bolso do contribuinte. No estado de São Paulo, por exemplo, além de juros de mora, a multa por atraso é de 0,33% ao dia e, após 60 dias, a multa passa a ser fixa em 20% do valor do imposto. Vale destacar que é preferível parcelar o pagamento do imposto do que pagá-lo mediante a obtenção de crédito pessoal em instituições bancárias. Infelizmente, os juros cobrados por bancos podem superar até mesmo os encargos por atraso. Para maiores informações sobre o tema, clique aqui.

Conheça 4 filmes para assistir ainda esse ano

O filme “Sem Amor” indicado ao Oscar como Melhor Filme Estrangeiro, do diretor Andrey Zvyagintsev, conta a história de um casal que não suporta conviver mais. A separação está iminente diante dos vínculos que ainda restam como o filho único e a casa. Em uma das discussões, a criança ouve a gritaria entre seu pai Boris (Alexey Rozin) e sua mãe Zhenya (Maryana Spivak) sem que eles tomem conhecimento.

A busca pelo garoto que não sabe se foi sequestrado ou se fugiu se torna mais vigorosa quando a polícia começa a trabalhar nesse desaparecimento sem notícias. A história se passa no ano 2012, em um mundo que não está muito bem, nem nas relações pessoais, nem na economia.

“O Sacrifício do Servo Sagrado”, com direção de Yorgos Lanthimos, mostra o cirurgião cardiovascular Steve Murphy (Colin Farrell) iniciando um processo de reflexão depois que um paciente em que faz uma cirurgia morre, ele tenta se esquivar de uma possível culpa atribuindo a morte a outro procedimento. O roteiro já foi premiado em Cannes em 2017.

A tensão vai se tornando mais palpável na medida em que um rapaz é recebido na casa de Steven. O pai desse jovem de 16 anos morreu em uma cirurgia do médico anos antes. A mulher de Steven, Anna (Nicole Kidman), começa a se questionar sobre o preço a ser pago pelo erro de seu marido quando os seus dois filhos Kim (Raffey Cassidy) e Bob (Sunny Suljic) passam a sofrer de uma doença desconhecida.

“O Que Te Faz Mais Forte” é um drama que relata a história real de Jeff Bauman (Jake Gyllenhaal). A tensão da história se apóia na recuperação de Jeff depois que ele perde suas duas pernas em um atentado em Boston, EUA, ao assistir a maratona em que a sua namorada estava participando em 2013.

A superação e a força de vontade de Jeff para vencer as dificuldades de sua recuperação física e a dor dos novos desafios de uma nova vida são evidenciadas. A sua condição o torna um símbolo de força para a cidade, mas ainda restam questões que não foram resolvidas por ele.

Qual é a função dos empresários?

O empreendedorismo de sucesso consiste em construir uma empresa que consiga conquistar consistentemente no mercado e gerar retornos superiores para os investidores da empresa.

Os empreendedores desempenham um papel vital em impulsionar a inovação e o valor no mercado. O empreendedor é responsável por testar mercados, inventar novos mercados e descobrir demandas em mercados individuais. A dinâmica do empreendedor é alimentada pela criatividade, competição e motivação para ter sucesso dentro de uma sociedade.

Inovação e Invenção de Mercado: Os empreendedores são em grande parte responsáveis ​​pela inovação nos mercados existentes e pela invenção de mercados inteiramente novos. A economia sem impulso empreendedor é estática e dependente de modelos de negócios datados. Grandes exemplos de inovações empreendedoras são evidentes na vida cotidiana. A energia renovável está sendo impulsionada por empresários capitalizando o desejo cultural de reduzir as emissões de carbono por meio de modelos de energia mais sustentáveis. Carregadores solares e baterias para tudo, desde eletrônicos pessoais até famílias inteiras estão se desenvolvendo para atender a essa demanda. A tecnologia está melhorando constantemente à medida que os empresários competem para oferecer produtos de qualidade ao mercado.

Competição de Abastecimento: Concorrência entre os fatores empreendedores na categoria de inovação. Empreendedores estão constantemente aprimorando produtos e serviços para aumentar o valor. A qualidade dos produtos e serviços disponíveis é impulsionada pela natureza competitiva dos empreendedores que pressionam para conquistar participação de mercado.

Risco vs. Recompensa: O empreendedor é motivado por um modelo de risco-recompensa. O risco envolvido em testar mercados e iniciar um negócio é ótimo, mas o potencial de recompensa é igualmente grande. Empresários de sucesso conseguem ganhar grandes quantias de dinheiro; falhar é sempre uma possibilidade. Em alguns casos, um empreendedor usará fundos pessoais para lançar um negócio. O risco envolvido nesse cenário é enorme, mas a recompensa também é controlada pelo indivíduo. Muitas vezes, os investidores estão envolvidos para gerar capital para conduzir e elevar rapidamente um negócio. O empreendedor mitiga o risco pessoal com capital externo, sacrificando parte da recompensa. Quando um empreendedor é bem-sucedido, empregos são criados e outros negócios e mercados são frequentemente forçados a evoluir e se adaptar às mudanças nas condições de mercado.