O que é a comunidade no processo de construção de uma marca pessoal?

Só a criação de imagens, mesmo a melhor, nunca é suficiente para usar plenamente o potencial que pode ser apresentado em um mercado mais amplo. Para chegar à atenção dos destinatários, é importante destacar-se e marcar sua presença de forma consistente.

O que os mestres de marcas pessoais fazem para permanecer no topo?

Construir uma marca pessoal não é um ato criativo único – É significativo que muitas vezes as pessoas que querem criar sua marca pessoal pensem que é um ato criativo único. Enquanto isso, a prática de pessoas que transformaram com sucesso suas carreiras de baixa para alta tem uma coisa em comum. Esse recurso é perseverança em ação.

Parece um pouco banal, mas não é nada trivial. Esse esforço é expresso em centenas de horas de trabalho e é caracterizado por baixa “espetacularidade”. Assim, pode até parecer um pouco chato, especialmente quando visto de fora.

Então, o que é uma comunidade para uma marca pessoal? Um especialista que queira desenvolver sua marca pessoal deve contar com a necessidade de construir um círculo de pessoas para que seu nome seja conhecido por um público mais amplo.

A comunidade para uma marca pessoal é uma enorme alavanca que multiplica seu alcance. Esta é uma suposição muito importante e sua implementação é amplamente responsável pelo sucesso final da estratégia implementada.

Além da atividade de alcance extremamente importante, as comunidades desempenham muitas funções importantes, incluindo elas constituem uma espécie de credibilidade para um dado especialista como fonte de informação de alta qualidade (curador de conteúdo). No grande volume de dados e notícias muitas vezes conflitantes, essa pessoa que goza de grande reputaçãocomo fonte de informação torna-se naturalmente uma líder de opinião. Ele ganha influência – ele se torna um influenciador.

Quando essa influência começa a se expandir, aparecem pessoas que começam a seguir a fonte da qual extraem conhecimento e compartilham com amigos que, intrigados pelas recomendações, um dia começam a extrair conhecimento de tal fonte de informação para si mesmos.

Isso não significa, no entanto, que, como marca pessoal, você deve ter a aspiração de ter uma comunidade como uma celebridade cujos fãs são contados em centenas de milhares. Para especializações estreitas e atividades de nicho, algumas centenas de pessoas são suficientes.

Sequências de grandes sucessos ficam abaixo do esperado por Hollywood

Com a chegada do verão no Hemisfério Norte, teve início a temporada de grandes lançamentos do cinema, pois essa é uma época prestigiada do ano e quando alguns dos filmes mais aguardados chegam as telonas. No entanto, em 2019, algumas das sequências e remakes que eram uma grande aposta de Hollywood acabaram com um desempenho aquém do esperado.

 

A receita de alguns longa-metragens arrecadou dezenas de milhões de dólares a menos do que diziam as estimativas. Nesse grupo de filmes, estão o desenho animado “A Vida Secreta dos Bichos 2”, da Universal Pictures, a ficção científica “X-Men: Fênix Negra”, dos estúdios Walt Disney, e a fantasia “Godzilla II: Rei dos Monstros”, da Warner Bros.

No entanto, apesar destes filmes estarem entre os lançamentos mais comentados do verão, os principais longas da temporada não decepcionaram e conseguiram bons números nas bilheterias, como “Homem-Aranha 2: Longe de Casa” e o live action do “Rei Leão”.

Sites norte-americanos especializados em notícias sobre cinema indicam que a nova versão de “O Rei Leão”, dublada por nomes como Beyoncé Knowles e Donald Glover, já acumulou mais de US$ 1,2 bilhão nas bilheterias mundiais, após menos de um mês em cartaz. Já o longa “Homem-Aranha 2”, parceria de sucesso entre a Sony e os estúdios Marvel, conquistou pouco mais de US$ 1 bilhão a nível mundial em cinco semanas de exibição.

De acordo com o analista da B. Riley FBR, Eric Wold, mesmo com tantas sequências tendo ficado abaixo do esperado, ainda existe a expectativa de que o cinema de Hollywood tenha um aumento nos lucros no balanço de 2019, com chances de obter um recorde inédito. Porém, apesar dessa perspectiva, é indiscutível que os espectadores estão mais exigentes, especialmente quando se trata da onda interminável de sequências que tem tomado Hollywood.

Segundo o analista da Exhibitor Relations, Jeff Bock, atualmente, com a grande concorrência dos serviços de streaming, as pessoas estão mais seletivas ao decidir ir ao cinema. Portanto, é inevitável que as sequências e os remakes tenham que alcançar um padrão elevado para se destacar em meio a todas as alternativas de entretenimento de qualidade que o público tem acesso.

Ministério da Saúde divulga cobertura de 90% da vacinação contra gripe

O Ministério da Saúde informou ao final de junho de 2019 que a vacinação contra gripe em todo o país chegou a 90% de cobertura, o que é um nível muito bom para a imunização contra a doença. De acordo com as notícias divulgadas pelo ministério, 53,5 milhões de pessoas que pertencem ao grupo prioritário receberam a vacina contra gripe, além de outras 5,6 milhões de pessoas que também foram imunizadas durante a campanha nacional. Embora os registros mostrem que a meta nacional foi atingida, vários estados do país e integrantes que compõem o público-alvo não fazem parte dos 90% de cobertura.

Os dados divulgados pelo ministério mostram que crianças, gestantes, pessoas com comorbidades, professores das forças de segurança e população com privação de liberdade, não atingiram 90% de cobertura conforme era esperado pelo órgão de saúde. Dentre esses cinco públicos-alvo da campanha, os professores das forças de segurança foram os que ficaram mais distantes da meta de cobertura, atingindo apenas 48,5% da população.

Já os trabalhadores da saúde, indígenas, puérperas, idosos, funcionários e professores do sistema prisional atingiram a taxa de cobertura estipulada pelo governo ao longo da campanha de vacinação contra gripe. No caso desse público-alvo, a campanha de vacinação terminou no dia 3 de junho deste ano.

Até o dia 1º de junho de 2019, o governo registrou um total de 1.560 casos de gripe do tipo influenza. Desse total de casos, 281 pessoas morreram por causa da doença. Os dados ainda mostram que do total de casos, 1.274 pessoas apresentaram o subtipo identificado da seguinte forma: 150 casos eram de influenza B e 844 casos eram de H1N1, H3N2, 211, influenza A e 69.

Quando comparado com o ano passado, em 2019 menos pessoas morreram por causa da gripe. Em 2018, a gripe matou 335 pessoas até o dia 1º de junho. Porém, houve um número maior de pessoas infectadas com o vírus H1N1este ano quando comparado com 2018. Em 2018, o vírus H1N1 tinha relação com 65% de todas as mortes causadas por gripe no país até o evento chamado de Semana Epidemiológica 21. Já em 2019, houve um avanço de 10 pontos percentuais nessa mesma comparação.

Asus prepara lançamento do ROG Phone II

Boas notícias para os aficcionados em games pelo smartphone. A Asus pretende lançar o ROG Phone II, uma nova versão do sucesso ROG Phone, destinado ao público gamer. Conheça mais sobre o futuro lançamento da empresa Taiwanesa.

O novo dispositivo será mais do que uma atualização e promete ser um dos mais potentes do mercado. Destinado aos gamers, o smartphone se destaca pela tela OLED de 6,59 polegadas e uma surpreendente taxa de atualização de 120 Hz. A promessa é que as transições de tela não sejam perceptíveis ao olho humano. A taxa de amostragem para o toque é de 240 Hz, que de acordo com a fabricante é a mais baixa do mercado e apresenta uma latência de toque de 49 ms.

A capacidade de processamentopromete surpreender, principalmente pelo processador Snapdragon 855 Plus, o mais atual produzido pela Qualcomm e o primeiro focado na temática gamer. Em relação ao modelo anterior, sua capacidade de processamento é 15% maior.

Para dar suporte, o ROG Phone II terá 12 GB de RAM e capacidade de armazenamento interno de incríveis 512 GB. Ele também conta com um sistema interno de resfriamento que incluem uma câmara de vapor para circulação de ar, o que evita altas temperaturas durante o uso.

Entre os demais atributos do dispositivo está o sistema de câmeras duplas, sendo a principal de 48 Megapixels e a auxiliar de 13 Megapixels, proporcionando um ângulo mais amplo. Ainda há uma câmera frontal de 24 MP. Também será incluso um kit de acessórios para jogos como o novo gamepad (denominado Kunai) semelhante ao Nintendo Switch. Trata-se de um controle dividido em duas partes para se conectar às laterais do aparelho.

O lançamento do ROG Phone II está previsto para o início de Agosto, inicialmente em Taiwan e depois para países da Ásia e Europa pelo preço inicial de US$ 899 (Cerca de R$ 3362,26, na cotação atual sem impostos). Haverá uma pequena diferença entre a versão do país de origem para as exportações. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil.

Desde sua criação, a Empiricus influenciou o aumento de investidores na bolsa

Gustavo Kahil, editor do portal que aborda informações sobre investimentos Money Times, publicou um artigo em março quando a Bolsa de valores brasileira chegou ao marco histórico de 1 milhão de investidores. O que se deve também a ação de empresas como a Empiricus que tornou as atividades mais simples educando os interessados em investir.

Apesar do país contar com mais de 200 milhões de habitantes, há apenas esse número de pessoas que investem na bolsa de valores. Parece pouco, mas é algo relevante e merece comemoração. Apesar disso, estamos um pouco distantes do que almeja o presidente Bovespa, Edemir Pinto.

1 milhão de pessoas é um número emblemático e demonstra o recente interesse dos brasileiros em investir em na bolsa. Em relação a outros países, o Brasil ainda está engatinhando no quesito renda variável. Os Estados Unidos é um exemplo quase que inalcançável, uma vez que mais da metade dos adultos investem diretamente em ações.

A Coreia do Sul, que tem cerca de 25% da nossa população, conseguiu atingir no início da década, os 5 milhões de investidores sonhados por Edemir Pinto. Em comparação a outros países da América do Sul, a participação ainda é superior à nossa. É só olhar o exemplo de chilenos e colombianos, que apresentam uma maior participação de pessoas físicas é sensivelmente maior que a nossa, e isso em termos absolutos.

De acordo com Caio Mesquita, CEO da Empiricus, a empresa monitora o número de pessoas físicas que investem na bolsa desde 2009. Segundo ele, no começo das atividades, a empresa tomava esses números como indicadores para potenciais assinantes. “Nossa premissa era de que apenas eles já tinham posição em ações teriam real interesse em receber orientações sobre o tema”, ressalta Caio.

Em 2013, com o ingresso da marca Agora na sociedade, a Empiricus redirecinou o negócio, aplicando principalmente ferramentas de marketing digital para despertar o interesse de uma audiência ampla, cuja maioria possuía recursos estacionados em investimentos não lucrativos.

Muitas pessoas, que antes não davam importância para assuntos relacionados às finanças, deixando apenas aos gerentes de seus respectivos bancos, a orientação quanto às decisões que impactam em seu patrimônio, passaram a assinar as publicações da Empiricus, tendo acesso a ideias que até então não eram acessíveis ou eram acessíveis somente a pessoas com muitos recursos.

Esses assinantes começaram a aplicar as orientações da empresa em seus investimentos. Os assinantes passaram a abrir contas em corretoras e a cuidar do seu futuro financeiro de forma ativa. “Realizamos estudos e pesquisas que mostram a influência da empresa nos hábitos de investimentos dos nossos clientes”, ressalta Caio.

Uma dessas pesquisas, conduzida em agosto de 2018, demonstra que, antes de conhecerem as publicações da empresa, 45% dos assinantes guardavam dinheiro na poupança e 35% eram investidores de ações na bolsa. Após começarem a receber informações da Empiricus, esses percentuais se inverteram completamente. Enquanto apenas 15% apostaram na poupança, 60% direcionaram seus recursos em aplicações diretas na bolsa.

Com mais de 330 mil assinantes únicos, a companhia contribuiu para o crescimento de investidores no mercado de capitais, em especial na bolsa de valores.

Donata Meirelles reporta o lançamento da coleção de lingerie voltada às mulheres maduras

Uma linha de lingerie foi lançada exclusivamente para atender consumidoras com mais de 60 anos, informa Donata Meirelles. A responsável por tal criação foi Helena Schargel, uma estilista de 79 anos. Além de ter idealizado todas as peças que foram apresentadas, a profissional atua como modelo para suas criações. Uma parceria com a marca Recco possibilitou com que os planos de Helena se concretizassem.

O que se buscou, segundo a própria estilista, foi a união de modelagens sensuais com materiais que gerassem grande conforto às mulheres dessa faixa etária. A criação da coleção de lingerie, conforme destaca Helena, também exerce um papel social em se tratando das mulheres mais maduras. Ela faz questão de mencionar que se trata de um ato de empoderamento feminino empreender para ajudar com que este público consiga ter maior visibilidade por parte da indústria têxtil e da sociedade como um todo.

As peças em modelagens sensuais caíram no gosto do público, destaca a empreendedora Donata Meirelles. Em relação à estilista, pode-se dizer que Helena tem habilidades profissionais variadas. Dentre as atividades que já realizou estão aquelas desenvolvidas no mundo da moda, bem como no da gastronomia. A estilista e empresária, antes de criar a coleção em questão, optou por tirar uma espécie de período sabático. Enquanto esteve ausente do trabalho, ela explica que aproveitou o tempo para realizar alguns cursos. Em um dado momento, contudo, sentiu que era hora de voltar à ativa.

Um encontro com algumas mulheres com idades acima de 50 anos, de acordo com Helena, a teria inspirado quanto a criar a coleção mencionada. A estilista enfatiza que a ideia ocorreu tão rápido quanto seu ímpeto para concretizá-la. No dia seguinte, após ter pensado sobre o assunto, ela entrou em contato com a empresária responsável pela empresa Recco, que atua com a confecção de peças de lingerie.

A coleção elaborada por Helena tem agradado em virtude dos modelos das peças que valorizam o corpo da mulher que chegou à maturidade. Donata Meirelles pontua, contudo, que a satisfação das clientes não se limita à beleza dessas peças, já que o fato da estilista posar para as fotos também é visto como algo positivo para se valorizar tais mulheres. A empresária do ramo de lingerie preferiu não adotar nenhum tipo de tratamento em suas fotos, já que desejou imprimir naturalidade às imagens.

A estilista é conhecida dentro do circuito fashion pelo fato de ter liderado a gestão da empresa têxtil Berlan durante mais de 4 anos. Sua área de maior atuação era a que cuidava do estilo das peças produzidas. Paralelamente a este trabalho ela também se dedicava a um restaurante, menciona Donata Meirelles.

Chamada de “+60” a linha criada por Helena conseguiu alcançar mulheres de estilos variados. A vontade de criar algo que fosse novo no mundo da moda apareceu após a estilista ter decidido deixar o trabalho junto à Berlan, Assim como as vendas presenciais, a coleção também tem se destacado em função da divulgação feita por meio das redes sociais da atualidade.

Leilão da EF-170 vai potencializar logística de grãos produzidos no país

Concessão para a EF-170, a Ferrovia do Grão, espera somente o leilão para sair do papel. ANTT já publicou os documentos contendo, entre outras informações, as obrigatoriedades da empresa vencedora. Felipe Montoro Jens traz mais sobre o assunto. Acompanhe!

De acordo com os primeiros estudos, a Ferrogrão ligará as regiões Centro-Oeste e Norte em uma linha férrea com 1.142 quilômetros de extensão, entre os municípios de Sinop, no Mato Grosso e de Miritituba, no Pará. Parte deste caminho cortará uma extensa área de mata nativa, reporta o especialista em projetos de infraestrutura.

O leilão da Ferrovia do Grão

O prazo de concessão para quem vencer o leilão será de 65 anos. A companhia que deterá os direitos de exploração da ferrovia será aquela que oferecer o maior valor referente a outorga, estipulado em R$ 0,01, contudo a empresa deve ter condições de construir e manter a obra.

O empreendimento se enquadra no regime vertical de concessão, em que uma só empresa tem a gestão da infraestrutura e pode prestar os serviços de logística. Trata-se de um projeto que segue os moldes do PPI – Programa de Parceria de Investimentos, cujo intuito é fortalecer o corredor da exportação pela região Norte, que apresenta portos em que é possível escoar a produção para outros países, reporta Felipe Montoro Jens.

Apesar do baixo valor da outorga, a concessionária terá que arcar com toda a infraestrutura, o que exige um investimento estimado de R$ 12,6 bilhões. De acordo com o Portal do PPI, as responsabilidades incluem:

terraplanagem e construção da estrutura da malha ferroviária;

obras de drenagem;

obras especiais;

estrutura de energia e sinalização;

material ferroviário;

trens e demais equipamentos rodantes;

compensação ambiental e desapropriação de terras.

Importância para a produção de grãos brasileira

Felipe Montoro Jens destaca o trecho do documento que ressalta a remuneração da empresa, que virá exclusivamente do transporte ferroviário. O estudo prevê que o risco de demanda será arcado totalmente pela concessionária, contudo está prevista uma demanda alocada próxima as 25 milhões de toneladas assim que a EF-170 estiver em funcionamento.

Conforme os levantamentos do setor, os produtores de estados como o Mato-Grosso planejam transportar mais de 20 milhões de toneladas pela ferrovia até os portos da região Norte. O trecho ferroviário em questão será um ponto-chave para o transporte de soja, milho, farelo e óleo de soja, etanol, açúcar, derivados do petróleo, entre outras matérias-primas, reporta Felipe Montoro Jens.

Assim que estiver instalada, a FerroGrão deve ampliar a capacidade logística e a competitividade da região, a qual se consolida com a rodovia BR-163. De acordo com o estudo, essa BR terá seu tráfego atenuado, o que representará menores custos para sua conservação e manutenção.

O caminho formado pela EF-170 juntamente com BR-163 vai criar um novo caminho para a exportação de grãos brasileiros. Hoje, cerca de 70% do que é produzido no Mato-Grosso percorre um longo caminho até chegar aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). São mais de 2 mil quilômetros desde sua origem. O que reduzirá perdas e aumentar a competitividade, reportou Felipe Montoro Jens.

Donata Meirelles e outras 7 mulheres escolhidas pela Forbes entre as mais influentes

Na lista de 2017 divulgada pela Forbes Brasil, a revista preparou um perfil com as mulheres mais poderosas e de grande influência do país. Conheça a seguir 8 mulheres que estão presentes nessa lista e um pouco mais sobre suas trajetórias profissionais.

– Donata Meirelles

Referência em moda no país, Donata Meirelles trabalhou por quase 30 anos na Daslu, a princípio como vendedora da loja, mas sua simpatia e conhecimento em moda a levaram a ser promovida, até alcançar o posto de responsável pela seleção das marcas internacionais que seriam vendidas na loja, o que ampliou ainda mais a sua visão e entendimento sobre esse meio. Depois de sair da Daslu e tirar um breve período sabático, Donata Meirelles retornou ao mundo da moda como editora de estilo da Vogue, aceitando um convite de prestígio recebido da direção-geral da Globo Condé Nast, que comanda as operações da revista no Brasil.

 

– Eliane Cantanhêd

Jornalista firmada na UnB, Eliane Cantanhêde já passou pela redação de locais como “Jornal do Brasil”, “Veja” e “Folha de S.Paulo”, até passar a integrar o time de jornalistas que entram ao vivo no programa “Em Pauta”, da “GloboNews”, em 2011. Com tanta experiência na área, não é se espantar que o nome de Eliane tenha alcançado o Top 50 “Jornalistas Brasileiros +Admirados” de 2014 e de 2015, segundo um levantamento feito pela “Maxpress”. Ainda entre os prêmios recebidos, a jornalista também venceu em 2016 e 2017 o Troféu Mulher Imprensa, por seu trabalho como colunista.

– Fiamma Zarife

Uma das mulheres mais poderosas por trás do Twitter Brasil, Fiamma Zarife faz parte da equipe que administra a rede social desde 2015, e possui um interesse especial por tecnologia e startups desde que cursou uma especialização nos Estados Unidos, na Singularity University. Depois de começar como diretora de agências, a executiva foi promovida para o cargo de diretora-geral em 2017, e desde então atua no fortalecimento da relação da companhia com os seus anunciantes.Para estimular a crescimento da empresa nos dias de hoje, Fiamma acredita no poder da modernização na gestão, investindo assim na diversidade e na igualdade dentro do Twitter.

– Lara Brans

Há mais de 20 anos, Lara Brans entrou pada a JDR, uma multinacional de origem holandesa que está entre as líderes do mercado global na venda de chás e cafés. Com formação no curso de economia pela Universidade de Roterdã, Lara passou muitos anos no cargo de diretora regional da empresa na Austrália, até retornar para o Brasil em 2015, para gerenciar as operações da companhia do país, a qual é a proprietária de marcas de prestígio nesse ramo, como Pilão e Caboclo. Segunda maior empresa do Brasil no setor, com quase 20% do total desse mercado, a executiva exerce um papel estratégico, além de comandar mais de 1.500 funcionários e nada menos que três grandes fábricas espalhadas pelo Brasil.

– Luiza Helena Trajano

Atual presidente do conselho administrativo do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano é um dos nomes por trás de uma das maiores redes varejistas do país. Com lucros cada vez maiores a cada trimestre, o Magazine Luiza conseguiu driblar e crise e manter a sua atratividade para os clientes. Mas além dos bons resultados financeiros, Luiza também comemora o sucesso do grupo “Mulheres do Brasil”, criado por ela em 2013, o qual reúne dezenas de executivas de diversos segmentos da economia, e atua em conjunto com ONGs e instituições sem fins lucrativos que prestam auxílio as mulheres vítimas de violência, e também promovem o acesso a educação, saúde e cultura para jovens mulheres.

– Mônica Orcioli

Nos anos em que está na direção-geral da joalheria Swarovski na América Latina, Mônica Orcioli conseguiu triplicar os negócios da marca no país, mesmo em um período complicado e de recessão. Segundo ela, não existe segredo para os bons resultados, e sim um extenso planejamento desenvolvido por toda a equipe, a qual deve estar apta para lidar com qualquer cenário econômico. Além da formação acadêmica na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Mônica também é formada em balé clássico pela Royal Academy, e credita ao balé a sua disciplina e capacidade de tomar decisões rapidamente.

– Paula Bellizia

Após uma passagem pela Microsoft Brasil no início dos anos 2000, no cargo de gerente de vendas, Paula Bellizia passou por grandes empresas como Apple e Facebook, antes de retornar para a companhia responsável pelo sistema Windows há alguns anos, na função de CEO da empresa no Brasil. Com uma gestão que valoriza especialmente o conhecimento, Paula lidera a Microsoft em um momento de grandes transformações, em que a gigante em tecnologia está se expandindo para novos rumos, como inteligência artificial e serviços de armazenamento de dados na nuvem, com o intuito de demonstrar ao mercado que a empresa não está estagnada e pode se adaptar as novas demandas tecnológicas dos usuários

– Paula Paschoal

Como atual diretora-geral do Paypal no Brasil, Paula Paschoal vive e respira inovação, tendo assumido um importante cargo de direção na companhia de pagamentos desde que a mesma entrou no país, em 2010. Com foco no aumento das vendas feitas em esfera digital, o Paypal enxerga um imenso potencial no público brasileiro, e tem tudo para se tornar uma das principais formas de pagamento online, algo que Paula e sua equipe, a qual é formada igualmente por homens e mulheres em cargos de liderança, trabalham de forma incessante para alcançar.

Da redação da Vogue – Como foi a Semana de Moda de Paris, tendências que chegaram às ruas e quem é Donata Meirelles

Quem acompanha o mundo da moda deve ter acompanhado a última Semana de Moda de Paris, a PFW. Veja um resumo como foram os desfiles de outono e inverno, as peças e estilos que chegaram às ruas e um pouco mais da editora de estilo da Vogue, a diva Donata Meirelles. Boa leitura!

A coleção de Rok Hwang pela Rokh abriu a passarela com cortes elegantes, que acentuam linhas marcantes com um grafismo muito elegante. Bruno Sialelli fez seu primeiro desfile com a Lanvin e estreou bem. Antes, o diretor criativo estava na Lanvin.

O destaque do primeiro dia foi a inglesa Louise Trotter pela Lacoste. A diretora criativa é a primeira mulher a apresentar uma coleção completa da maison francesa que este ano fez 85 anos de história.

Os designers holandeses Lisi Herrebrugh e Rushemy Botter também estrearam na Semana de Moda de Paris. Bem recebida pelo público, a coleção não é a primeira dos dois a surpreender. Em 2018, eles venceram o Première Vision de 2018, que é só o prêmio mais desejado entre os novos designers do continente europeu.

Depois de focar seus esforços em seu próprio projeto digital, Arnaud Vaillant e Sébastien Meyer lançaram na PFW sua própria marca, a Coperni nesta PFW. Os designers, que vieram de um longo período na Courrèges mostraram um desfile mesclou sofisticação e simplicidade, agregando elementos reais com digitais. A Yazbukey também surpreendeu com um conceito cheio de cores e uma abordagem mais lúdica.

Pela Heritage, Hed S. apresentou seu segundo desfile na PFW. Na Valentino, o desfile de Pierpaolo Piccioli foi muito aguardado, contudo outra coleção chamou mais a atenção e levou muitos presentes às lágrimas, como a modelo Naomi Campbell e a cantora Celine Dion. Foi o desfile póstumo de Karl Lagerfeld para a Chanel, que acabou fechando a semana.

A Semana de Moda de Paris foi marcada pelo posicionamento de muitas maisons contra a utilização de pele animal em suas coleções. Para isso, foram desenvolvidas novos tecidos e abordagens, muitas delas inovadoras. A Mugler apresentou sua pré – coleção com peças inovadoras em crepe sintético, neoprene e tecido de compressão.

A Courrèges – marca recém comprada pelo grupo Kering também se posicionou em favor do uso de materiais sustentáveis anunciando que não vão mais empregar materiais como vinil ou plástico. Para Noémie Balmat muitas das marcas europeias já equilibram moda com a ecologia. A consultora é uma ativista e atua com as empresas para encontrar soluções éticas.

O que chegou às ruas

Muito dos desfiles da PFW viraram inspirações de looks e composições para o público comum que quer se manter atualizado. Vamos a algumas tendências:

Look metálico

O look metálico já foi visto como ousado ou futurista, usado principalmente em festas e por celebridades em roupas pra lá de extravagantes. Hoje ele é aceito e vem com muita força depois Semana de Moda de Paris, principalmente em tecidos metálicos de casacos, sobretudos e outras peças mais pesadas.

Como o calor do Brasil não favorece, o ideal é apostar em peças mais leves como blusas, vestidos e kimonos para garantir maior leveza à composição.

Blazer que vira vestido

Seu blazer esquecido no guarda-roupas vai sair de lá. Uma das apostas da estação outono e inverno é usá-lo como vestido, em uma peça versátil. A ideia é usar acessórios como cintos e amarrações para completar o look e deixá-lo mais popular.

Jeans com Jeans

O jeans não sai de moda, ele é repaginado e sempre fica em evidência. Desta vez, a tendência é a combinação de duas peças com lavagens e cortes semelhantes. Calça com jaqueta, saia com colete, entre outras. A regra é combinar peças da mesma lavagem, independente do estilo, se vintage ou contemporâneo.

Quem é Donata Meirelles

É uma das personalidades da moda de luxo brasileira e que hoje trabalha como diretora de estilo da Vogue Brasil. Donata Meirelles construiu seu nome quando trabalhou na Daslu, boutique de luxo em que trabalhou por 23 anos.

Na Daslu, Donata foi vendedora, diretora geral e compradora internacional, responsável por definir quais marcas seriam vendidas pela boutique. Também respondia por mais de 400 colaboradores da empresa e viajava mais de oito vezes por ano para comparecer aos principais desfiles e semanas de moda do mundo.

Donata é casada com o empresário e publicitário Nizan Guanaes, seu segundo marido. Com o primeiro, Pedro Bordon, teve dois filhos, Helena Bordon e José Irineu. Helena acabou sendo influenciada pela mãe e hoje tem sua marca de roupas e acessórios chamada 284.

Como diretora de estilo da Vogue, diz que sua missão é trazer a visão da leitora para a publicação. Nos últimos anos, mergulhou de cabeça nos eventos promovidos pela revista e para isso uma plataforma em que ela e outros profissionais foi desenvolvida, assim percorrem todo o país promovendo ações, workshops, entre outros eventos.

Conheça mais sobre carreira e a vida da fashionista Donata Meirelles

Donata Meirelles, nascida no dia 7 de janeiro de 1969, é um dos grandes nomes do Brasil no que diz respeito ao mundo da moda. Sem atuar como estilista, mas sim com trabalho voltado para tendências e estilo, conseguiu adquirir grande know-how na indústria fashion do país.

A brasileira é filha de PG Meirelles, como é conhecido o jogador de Pólo, Plácido Gonçalves Meirelles, um dos primeiros a praticar o esporte no Brasil em 1949. Além de também ter ajudado a difundir o esporte em vários países da América do Sul, PG fundou o primeiro time brasileiro de Pólo, o Sam Martino.

Helena Bordon, filha do seu primeiro marido Pedro Bordon Neto, presidente do Helvetia Pólo Country Club, tem o perfil semelhante ao da mãe. Também envolvida com o universo da moda, Helena desempenha a função de influenciadora digital, já tendo participado de várias campanhas e estampado algumas capas de revistas. Por seguirem o mesmo caminho, mãe e filha desenvolveram juntas a grife 284. De seu primeiro casamento também nasceu José Irineu, 12 anos mais novo que sua irmã.

Seu segundo casamento com o empresário e publicitário Nizan Guanaes durou cerca de 7 anos. Após uma separação amigável, o casal se reaproximou e investiu em um novo namoro, sem descartar a possibilidade de reatar o matrimônio.

O ativismo social é baste presente em sua vida. Donata participa de muitas ações filantrópicas como eventos promovidos pela Brazil Fundation, que destina suas arrecadações para causas sociais do Brasil, pela ONG Amfar, que encaminha os recursos adquiridos para pesquisas sobre a Aids, e por outras entidades. Além disso, Donata é criadora da Women in the World, fundação esta que apoia várias ONGs, como as próprias Amfar e Brazil Fundation. Diante de sua ativa contribuição com as organizações, Meirelles foi homenageada algumas vezes e premiada, em 2014, pela Amfar por sua “defesa pública” em prol das pessoas portadoras de Aids e HIV.

Donata Meirelles está no segmento de moda há mais de 30 anos. Sua história de sucesso rendeu prêmios e reconhecimentos ao longo de sua trajetória. Um dos reconhecimentos por sua dedicação foi o Troféu iG Moda de Fashionista, recebido em 2011. Outro destaque que recebeu por seus anos de atuação e bom desempenho profissional foi ter aparecido no ranking da Forbes entre as mulheres mais poderosas do Brasil. Nesse ranking foram selecionadas 40 mulheres que estando à frente de negócios conseguiram se sobressair ante as suas elevadas performances profissionais.

Foi enquanto estudava economia que Donata mergulhou no universo da moda. Ainda como cliente, Meirelles recebeu o convite para trabalhar na famosa butique Daslu. Depois de um tempo trabalhando como vendedora no luxuoso magazine decidiu parar a faculdade para se dedicar exclusivamente ao segmento fashion. No decorrer dos 23 anos em que esteve na butique de luxo tornou-se a compradora internacional das mais renomadas marcas do mundo. Essa função a conduziu ao reconhecimento mundial que rendeu uma indicação para o ranking de classificação dos 5 melhores compradores internacionais através da L’officiel, uma revista francesa de moda.

Apesar de ter sido o braço direito no gerenciamento da butique apelidada de “Templo do Luxo” e “Meca dos Estilistas”, onde chegou a coordenar cerca de 400 colaboradores, a ex-diretora da Daslu faz questão de ressaltar que nunca foi sócia. Sua ampla rede de contatos criadas por suas atividades exercidas permitiram que Donata chegasse a comparecer em 8 desfiles ocorridos em vários países.

Depois de se manter por um período longe do mercado de trabalho, para se recuperar do desgaste profissional vivido na Daslu, em 2011, Donata Meirelles ingressou em um projeto bastante desafiador. Daniela Falcão, diretora-geral da Globo Condé Nast, foi a responsável por convidar Donata para assumir a função de diretora de Estilo na revista Vogue, cargo, até o momento, inexistente no Brasil.

Mesmo sem ser jornalista, Donata conseguiu desempenhar a função de modo bastante satisfatório devido a sua vasta expertise no universo da moda. De acordo com sua opinião, ser uma diretora de Estilo representa contribuir com a visão da marca com novas ideias e abordagens para o alcance do sucesso da revista. Segundo o seu entendimento, a sua missão era cooperar com a revista por meio de uma ótica diferente, ou seja, oferecer um “olhar de leitora”.

Com o objetivo de gerar receita para a marca, a paulistana aceitou o grande desafio de “pensar fora da casinha” e, juntamente com uma equipe de profissionais, seguiu em um ousado projeto de eventos onde palestras e ações eram realizadas em diferentes cidades brasileiras. Além de diretora de Estilo, Donata Meirelles também exerceu a função de apresentadora do programa “Quero Já”, da TV Vogue.

Após uma forte polêmica que rendeu grande repercussão na mídia por um caso ocorrido em sua vida pessoal, Donata se desligou da empresa entre os meses fevereiro e março de 2019.