Em novo vídeo da Empiricus, Bettina Rudolph faz mea-culpa

Você deve ter ouvido falar da Bettina. Pouco tempo atrás, a jovem funcionária da Empiricus, empresa especializada em publicação de conteúdo financeiro, ficou famosa quando um vídeo publicitário em que ela aparecia falando sobre investimentos foi postado na internet.

Na peça de divulgação, Bettina Rudolph aparecia falando de como, no período de três anos, havia aumentado seu saldo bancário de mil reais para um milhão de reais seguindo as orientações de investimentos da Empiricus.

Considerado exagerado, o vídeo acabou tendo sua divulgação suspensa a pedido do Conselho Nacional de Auto Regulação Publicitária – Conar. Na esteira do acontecimento, a Comissão de Valores Mobiliários – CVM entendeu ser oportuno difundir diretrizes a respeito dos parâmetros que os analistas financeiros devem seguir no tocante à publicidade de produtos s serviços.

Em nova aparição, Bettina assume que falhou ao não deixar claro que o valor acumulado de um milhão foi conseguido com alguns outros aportes adicionais além dos mil reais iniciais. Dirigiu-se especialmente ao público que segue e confia nas orientações da Empiricus e pediu desculpas pelo descuido. Também aproveitou para destacar que o vídeo anterior trazia a oferta de um curso grátis, o qual oferecia material que poderia ter ajudado quem visse seu conteúdo a ter lucro com a subida das ações. Para não perder a oportunidade, lembrou que está à disposição do público uma série de novos produtos para perfis variados de investidores.

A consequência imediata da carga feita pela CVM pode ser claramente percebida nos novos relatórios da empresa. Todos eles passaram a exibir uma mensagem padrão lembrando que ganhos passados não são garantia de retornos futuros. Num embate que já se arrasta há algum tempo, repetidamente a Empiricus questiona a legitimidade da CVM em relação à regulação de suas atividades. Os sócios da empresa argumentam que o trabalho que fazem é de veiculação de comunicação, que não se confunde com as práticas das casas de análise propriamente ditas.

Apesar disso, interessada em manter sua boa imagem, a Empiricus tem deixado claro que mergulhou fundo na área de compliance, trazendo para dentro do negócio as práticas que o mercado editorial brasileiro considera a referência mais avançada. Para quem não está familiarizado com o conceito, a empresa explica que se trata de um conjunto de ações destinados a dar cumprimento a tudo que é previsto no arcabouço normativo que rege o seu mercado de atuação. Nessa direção, criou um departamento especificamente voltado para essa área.

Um dos vídeos atualmente sendo exibidos na internet apresenta um tom mais conciliador em relação à CVM. Explicitamente, é dito que a empresa tem envidado esforços no sentido de moldar-se às orientações das agências reguladoras, tanto no que diz respeito ao mercado editorial, quanto em relação ao mercado de capitais. Como exemplo desse novo perfil de atuação, o vídeo menciona a criação de uma espécie de painel de monitoramento, no qual são expostos indicadores que alertam em relação ao risco das operações sugeridas. A iniciativa tem sido tão exitosa que, segundo a empresa, já virou referência no mercado.

 

Processo que dará origem à construção da ferrovia EF-170 tem início no país, por Felipe Montoro Jens

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), entidade ligada ao governo federal, responsável pela fiscalização das condições de transporte no país, divulgou em 2017 informações sobre as obras da ferrovia Ferrogrão, oficialmente mencionada como EF-170. Quem reporta a notícia é Felipe Montoro Jens, executivo Especialista em Projetos de Infraestrutura.

Devido ao tamanho que se espera que a ferrovia venha a ter, vale salientar que esta compreenderá regiões distintas do território brasileiro. Assim sendo, operadores logísticos do país terão mais essa opção de transporte, que transitará pelos estados do Matogrosso e do Pará. Felipe Montoro Jens esclarece que já se cogita a realização da escolha da empresa concessionária com o planejamento de um leilão público para que isso possa se concretizar em breve.

O regime de contratação da companhia que construirá a Ferrogrão será o de concessão, pontua o executivo Felipe Montoro Jens. Esta, por sua vez, será firmada considerando-se um intervalo de tempo de 65 anos. Para consegui ser escolhida, a empresa deverá ter condições financeiras e estratégicas que possibilitem a outorga de valores satisfatórios às demandas públicas.

Felipe Montoro Jens aponta que, em um primeiro momento, todos os esforços da concessionária estarão direcionados à conclusão da obra. Após esta fase inicial, contudo, já serão definidas as demais atribuições que caberão à companhia escolhida. O especialista em projetos de infraestrutura noticia que já se sabe que as atividades operacionais também deverão ser feitas pela mesma organização.

Haverá um investimento inicial de cerca de 12 bilhões de reais a fim de que a obra da EF-170 possa de fato ser iniciada, alerta Felipe Montoro Jens. O montante, conforme explica o executivo, é originário de uma ação do governo federal. Com isso, o que se espera é que uma quantidade expressiva de produtos possa ser transportada pelo corredor ferroviário que se planeja construir.

Conheça a biografia do especialista em infraestrutura Felipe Montoro Jens.